CRIME CONTRA O SOLDADO J. MARIA E MENSALÃO DA VILA: INVESTIGAÇÃO DE ATENTADO NÃO AVANÇOU

No início do mês de maio, o atentado contra o ex-soldado da Polícia Militar, João Maria Marques da Silva, completará dois meses. Tentaram calar o homem que denunciava tudo que via de errado. Quem? A polícia ainda não sabe e levará um tempo para descobrir. O delegado Marcos Vinícius Santos, que havia sido designado em caráter especial para investigar a tentativa de homicídio, deixou o caso e ainda não há um substituto. "A investigação mal havia começado. Como deixei a Dehom, todos os casos para os quais havia sido designado especialmente não estão mais comigo, a princípio", disse Vinícius em entrevista durante a tarde de ontem.
Na noite de 5 de março passado, o ex-PM João Maria foi surpreendido ao ver homens invadirem a sua residência e acertar diversos disparos de arma de fogo contra ele. Socorrido em estado grave, João Maria passou por diversos procedimentos cirúrgicos e o seu estado de saúde permanece delicado, segundo familiares. O militar ganhou notoriedade na região do município de Goianinha, a 60 quilômetros de Natal, por delatar o que via acontecer de errado. João Maria é tido como uma das principais testemunhas que possibilitaram a deflagração da operação Mensalão da Vila.
Na noite de 5 de março passado, o ex-PM João Maria foi surpreendido ao ver homens invadirem a sua residência e acertar diversos disparos de arma de fogo contra ele. Socorrido em estado grave, João Maria passou por diversos procedimentos cirúrgicos e o seu estado de saúde permanece delicado, segundo familiares. O militar ganhou notoriedade na região do município de Goianinha, a 60 quilômetros de Natal, por delatar o que via acontecer de errado. João Maria é tido como uma das principais testemunhas que possibilitaram a deflagração da operação Mensalão da Vila.